quinta-feira, 7 de maio de 2015

O que vier na cabeça


Na noite fria com vento cortante eu caio em lágrimas sozinho me lembrando dos tempos antigos. A vida era mais fácil. Eu pensava assim, pelo menos. As pessoas que viveram momentos importantes e que não estão mais aqui.

Mas o que é essa vida, esse tempo que passamos nesse corpo, com outros corpos.

Penso que groupies, cerveja, pizza e rock são uma boa pedida.

Talvez até no paraíso, infinito.

Ou uma batata frita, água mineral e uns trocados.

Aquele show sem ninguém...

Uma boa mulher na cama.

Tudo tranquilo.

Mas a fumaça do cigarro advém de uma atitude muito respeitada pelos meios acadêmicos da malandragem urbana que se disfarça de santa em um apelo emocional proposto por um conjunto de pensadores ativistas que precisam de mais atenção por não estarem expostos devidamente em um sistema midiático transformador da realidade camuflada por um discurso independente que prevê uma justaposição de valores prepostos por outros tipos de pessoas...

Uma cerveja antes do almoço...

O dia de hoje já se foi, mas amanhã talvez tem mais.

Viver todo dia aproveitando os segundos.

A falta dela ou de várias delas me deixam mal.

Mas sigo adiante entre caminhos espinhosos e campos abertos.

Sábio ditado, viver o hoje para rir amanhã.

Não falha.

Nenhum comentário: