terça-feira, 12 de maio de 2015

Whiplash


Vi esse filme esperando mais uma biografia sobre um músico, no caso do filme Whiplash, um baterista de jazz.

O músico estuda em uma conceituada escola de Nova York, nos Estados Unidos.

Seu professor cobra uma disciplina anormal de seus alunos, sendo violento, muitas vezes.

É algo que no Brasil é quase impossível de acontecer.

Os músicos aprendem por bem ou por mal.

É a história de uma super banda e seu professor maluco.

O diretor soube trabalhar o enquadramento criando belas imagens dos instrumentos e das performances dos músicos.

Só clássicos do jazz.

Imagina uma big band desse naipe aqui no Brasil? 10 sopros!

O baterista tem dois concorrentes.

e eles fazem de tudo para serem os primeiros.

A melhor big band do mundo com um ditador na frente.

Será que vale a pena tocar para um destruidor de mentes?

A música e sua fascinação.

E desistir de tudo, até de você mesmo para tocar?

Essa pergunta fica no ar.






segunda-feira, 11 de maio de 2015

Que mundo é esse?


As pessoas hoje em dia me parecem sem noção das coisas. A humanidade há muito tempo deixou de ser humana. Andamos nas ruas e encontramos mendigos com um buraco nos pés, moribundo e ninguém ajuda.

Vemos na televisão assassinatos, guerras doenças e fome. Ninguém dá a mínima para a África. Ninguém deu a mínima pro Japão depois do vazamento radioativo.

É por que não é com eles. está longe deles. Porra lá na África? Foda-se. E o Ebola, se ninguém cuidar dos africanos ele vai chegar aqui. Se ninguém cuidar da radioatividade, ela também vai chegar aqui.

Adoramos o mundo globalizado, com seus apetrechos tecnológicos e não percebemos que globalizamos também os problemas.

Sim, nós somos afetados, mesmo estando imersos em um domo de segurança, morando afastado dos centros urbanos em condomínios fechados de alto luxo.

Um dia a merda chega.

Mas não pensamos nisso agora, deixa os problemas para depois.

Foda-se o outro o que importa é o meu umbigo...

quinta-feira, 7 de maio de 2015

O que vier na cabeça


Na noite fria com vento cortante eu caio em lágrimas sozinho me lembrando dos tempos antigos. A vida era mais fácil. Eu pensava assim, pelo menos. As pessoas que viveram momentos importantes e que não estão mais aqui.

Mas o que é essa vida, esse tempo que passamos nesse corpo, com outros corpos.

Penso que groupies, cerveja, pizza e rock são uma boa pedida.

Talvez até no paraíso, infinito.

Ou uma batata frita, água mineral e uns trocados.

Aquele show sem ninguém...

Uma boa mulher na cama.

Tudo tranquilo.

Mas a fumaça do cigarro advém de uma atitude muito respeitada pelos meios acadêmicos da malandragem urbana que se disfarça de santa em um apelo emocional proposto por um conjunto de pensadores ativistas que precisam de mais atenção por não estarem expostos devidamente em um sistema midiático transformador da realidade camuflada por um discurso independente que prevê uma justaposição de valores prepostos por outros tipos de pessoas...

Uma cerveja antes do almoço...

O dia de hoje já se foi, mas amanhã talvez tem mais.

Viver todo dia aproveitando os segundos.

A falta dela ou de várias delas me deixam mal.

Mas sigo adiante entre caminhos espinhosos e campos abertos.

Sábio ditado, viver o hoje para rir amanhã.

Não falha.