sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Psicodelia da perdição



Ando pelas ruas psicodélicas de Londres na Avenida Afonso pena em plena madrugada.

Ouço vozes estranhas de prostitutas se oferecendo para uma senhora de meia idade.

Acendo meu cigarro Gudan Garan, o único que faz a cabeça.

De repente um homem gordo, todo sujo me aparece fumando um baseado.

Fumo junto com ele. O senhor me conta suas peripécias da juventude, ele não sabe , mas eu tomei um ácido. Com o baseado, a parada fez efeito quase que instantâneo e comecei a ver uma explosão de cores nos prédios, nos carros e a cara do gordo derretendo.

Agradeci ao gordo e fui até um bar pedir uma cerveja. Tomei ela em dois goles, fui descendo até a rua Guaicurus e entrei no puteiro. Pedi duas moças bem bonitas, branquinhas, de cabelo preto, do jeito que eu gosto.

Cheguei lá o troço não subiu, mas apliquei elas no ácido e ficamos a madrugada bebendo até que de repente, terminei o serviço.

Era o nascer do sol e vi o céu explodir na minha frente.

Era uma chuva de meteoros, até que uma ambulância me pegou e me levou pro manicômio.

Eu estava pelado na rua...

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