sábado, 29 de junho de 2013

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Onde está a razão de ser, de estar, quando se vê envolto ao ódio cego de incompreendidos pensamentos toscos de ignóbeis espécimes ameaçadas de extinção, do qual é impossível demarcar qualquer espécie de território, em meio ao caos dominante, em atitudes juvenis, que se transformam em atitudes doentís, e por meio do qual a estagnação é a pior estratégia para a obliteração de resultados.

Resultados estes que impedem a transmutação de originais, inconcebíveis em um universo demarcado por criações estapafúrdias sem  nenhuma busca de resultados satisfatórios, por meio do qual a concepção de uma identificação com o próprio tipo de trabalho gera uma prerrogativa tosca de cinismo intelectual e incorporação de doses pragmáticas de conservadorismo em meio a uma espécie de poça, de grupo, vivenciando experiências exatamente opostas pelos meios de propagação cultural.

Uma espécie de núven de ondas cerebrais, de pensamentos flutuantes que se acumulam nos cabos espalhados ao redor do globo e linkam os continentes através de uma rede neural, um cérebro humano, o conhecimento navegando pelos sete mares, e reclamamos do porque a foto daquela garota bonita demora para carregar. A cada ano a velocidade de conexão transforma e faz com que essa rede evolua, a velocidade costumava dobrar a cada dois anos, agora, essa mesma rede corre o risco de ficar tão rápida quanto a sinapse humana e capaz de criar conexões na mesma velocidade. Estaremos criando uma consciência interplanetária.

Que poderia muito bem escrever um texto melhor que esse.

Ill be back




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