quarta-feira, 28 de dezembro de 2011



Sell the kids for food
Weather changes moods
Spring is here again
Reproductive glands
He's the one who likes
All the pretty songs and he
Likes to sing along and he
Likes to shoot his gun but he
Don't know what it means
Don't know what it means
When I say
He's the one who likes
All the pretty songs and he
Likes to sing along and he
Likes to shoot his gun but he
Don't know what it means
Don't know what it means
When I say
Yeah

We can have some more
Nature is a whore
Bruises on the fruit
Tender age in bloom
He's the one who likes
All the pretty songs and he
Likes to sing along and he
Likes to shoot his gun but he
Don't know what it means
Don't know what it means
When I say
yes

He's the one who likes
All the pretty songs and he
Likes to sing along and he
Likes to shoot his gun but he
Don't know what it means
Don't know what it means
When I say
Yeah

He's the one who likes
All the pretty songs and he
Likes to sing along and he
Likes to shoot his gun but he
Don't know what it means
Don't know what it means
When I say Yeah

He's the one who likes
All the pretty songs and he
Likes to sing along and he
Likes to shoot his gun but he
Don't know what it means
Don't know what it means
Don't know what it means
Don't know what it means
And I say
Yeah

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Para ela

Ele passava por uma rua estreita.
Ao seu lado direito um ribeirão.
Mas com um muro de proteção separando-o da rua.
Já pulara ali. Lembrava de tudo.
Naquela noite porém, aquela rua tinha uma luz, ou melhor menos luz que o normal.
Ele estava em trevas. Não sabia como lidar com a situação.
Agora era hora de beber até cair.
Mas não conseguia.
Ela não estava mais ali.
Tinha ido embora.
Queria ter uma cabeça limpa para pensar nela.
Sentou em um banco que ficava no meio da praça, de frente pra igreja.
Aquela imagem na cabeça. Ela.
Como ele a queria de volta.
Por um minuto apenas.
Ou talvez um segundo bastasse.
Pra saber que ela ainda existe...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

De volta



Oi meu bem
Como você está
Já faz um tempo que eu não te vejo
Já tem um tempo que eu fui embora

Ainda te amo...

Depois que eu desapareci
Parece até que me perdi
Em busca de te encontrar
E de um caminho a seguir
Eu sigo só meu coração
Não tem porque eu esperar
Por um milagre a chegar

E te trazer de volta ...

domingo, 18 de setembro de 2011

Love U

Não sei quem inventou a idéia esdrúxula de que é 8 ou 80, pensadores apocalípticos talvez?

Não há certo ou errado, apenas visões diferentes.

Mas somos influenciados por esteriótipos e pelas mídias que nos dizem o que pensar, o que vestir, o que gostar, o que viver e até como amar.

E o pior de tudo é que caímos como patinhos achando que tudo vem de nós mesmos.


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Será que você sabe que eu sei que você sabe que sabia que o que eu sabia era algo sábio?


sábado, 13 de agosto de 2011

Será?!



Nessa estrada interminável, nesse céu cinzento e escuro, com as gotas do orvalho da madrugada passada nas janelas do ônibus, olho para um casebre lá no fundo da paisagem de montanhas verdes e árvores escassas. Pequeno e modesto, uma casa para poucas pessoas, mas haviam muitas. Devia ter uma festa ali. Um churrasco ou uma reunião.






No raiar do sol?






Passando pela estrada havia um grupo de pessoas carregando um caixão. Levavam para o casebre. Era um enterro. E eles estavam comemorando ao invés de lamentando. Abri a janela e perguntei pra um senhor que acompanhava o grupo, mas devido a idade ia mais devagar, atrás dos outros:






- Porque festejam?






Ele me explicou que eram todos vizinhos e que há anos as famílas da região cultivavam essa tradição. Me parece que os índios que habitavam aquelas terras nos séculos passados se reuniam em volta da tribo para festejar a partida para um lugar melhor.






De repente, um louco em uma Harley Davidson passa pela estrada correndo e fecha o ônibus que teve que frear. Era um sujeito alto, forte e com uma AK-47 na mão. Ele sai da moto e atira em todo o mundo que estava carregando o caixão e grita:






- Vocês não tem que comemorar a partida de uma pessoa para um lugar melhor, tem é que transformar esse lugar de agora num lugar melhor.






Após matar todos que estavam na beira da estrada, ele olhou para mim e tirou um 38 e se matou com um tiro na cabeça.






Verdade...







segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Um pensamento




Uma vez pensaram que pensar sobre o pensamento era um ato um tanto difícil.



Pensadores pensaram que o pensamento seria simplificado junto à língua, mas mostraram a língua para os pensadores os surdos e o s mudos insatisfeitos feito grevistas incontidos na porta de suas indústrias.



Até que um pensador viu na televisão, num programa do Adnet, a seguinte frase:



Ó ú auê aí ó!



Uma sentença sofisticada como essa demonstra o grau do pensamento dos pensadores de tal lugar. Eu não me lembro agora qual lugar, pq antes eu tinha que me lembrar. Hoje eu acho tudo no google. Aliás pq diabos eu me lembro de um nome tão chique como esse Google e não me lembro do nome da cidade que fica aquela catarata bacana no Brazil.



Quer dizer Brasil.


Yeah!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

sábado, 23 de julho de 2011

Solidão

tá bom


eu agradeço


seu carinho


e atenção


sua enorme vontade


e minha insatisfação


mas não posso por hora


entregarte assim


qualquer pedaço que desejas


pois no inverno da discórdia


e no centro da humilhação


pagareis eis por teu fortúito


rápido como um trovão


a felicidade do encontro


o doce sabor da ilusão


desperta a tua falta de desejo


que impreguina a tua solidão


bjão

domingo, 12 de junho de 2011

Chapeleiro Maluco – Psicodelia!



A inspiração para o nome da banda veio dos livros de Lewis Carol, Alice no país das Maravilhas. Retratado no cinema, em filme e desenho animado, livros dos mais diversos, revistas em quadrinhos, e até um vilão do batman. O chapeleiro maluco foi baseado nos chapeleiros do século XVIII, época onde eles utilizavam produtos a base de chumbo para confeccionar seus chapéus. O chumbo atuava em seus organismos, deixando os chapeleiros literalmente malucos.

Antes do sucesso do filme de Tim Burton, antes do desenho da Disney, do chepeleiro louco do batman, do livro da Alice, o primeiro chapeleiro, aquele que ficou maluco pela primeira vez, nós o saudamos!!!

Desde o início, com músicas tocadas apenas pelo violão, até uma banda de nove pessoas, a banda Chapeleiro Maluco passou por diversas transformações. Primeiro foi um power trio, as músicas tocadas na guitarra de Paulo Almeida, no baixo de Fábio Santos, e na bateria de Tiago Gomes. Fizeram vários shows com essa formação no Pau e Pedra, no Matriz, e entraram para o festival de música independente, BH Indie.

Depois da saida de integrante, entraram na banda outro baterista, Dedé, um percussionista, Luís, um tecladista (Maurício), e uma vocalista, Lilly. Juntos com o guitarrista Paulo e o baixista Fábio. Essa formação fez shows no Sociedade Anônima Pub, No Quintal bar Cultural, no Lobo Mau Pub do Rock e novamente no Matriz, pelo BH Indie. Fazem o Mad Hetter Pop Festival.

“A tendência é sempre agregar mais músicos à banda, infelizmente, ou felizmente, dependendo do caso, pessoas vem e vão, mas o importante é que cada um contribua com a banda. Quando trocamos de músicos, ou acrescentamos um instrumento à banda, o som ganha com outras influências e as contribuições pessoais se agregam em um conjunto formando uma entidade, o Chapeleiro Maluco ”, diz o guitarrista, Paulo.

Trocam novamente de baterista, dessa vez, Marcus quebra as baquetas junto com Abhner na gaita e Maria na guitarra base. Fazem um show no Butecando, participando mais ativamente do BH Indie.

Túlio entra na bateria e quebram tudo na UFMG, no DA de Letras, um dos melhores shows até hoje. No início do ano tocam no Lobo Mau Pub do Rock. Gravam o cd demo “Baladas Psicodélicas” e fazem diversas montagens de vídeos com as músicas, que etão hoje em dia espalhadas pela internet, com milhares de acessos.

A formação atual da banda Chapeleiro Maluco, conta hoje com a contribuição musical de: Paulo Almeida (Guitarra e voz), Lilly Oliveira (voz), Davi (voz), Pedro (guitarra), Maurício (teclado), Abhner (gaita), Fábio Santos (baixo), Tiago (bateria). Fizeram um show sábado passado no Centro Cultural Nem Secos, apresentando quatro músicas novas. Dia 18/06, às 14 horas, sábado, farão uma participação no Festival Lisergia, no Bar da Tia Dú.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Quanto tempo


Quanto tempo
Letra de: Paulo Almeida


Eu não sei mais
Quanto tempo
Posso suportar
Viver sem você

Meu amor
Minha dor
Uma paixão
Um adeus

Eu não quero mais
Lembrar de você
Penso em tudo
Que vivemos

Meu amor
Minha dor
Uma paixão
Um adeus

Eu não queria te perder
Eu só queria te dizer
Que nosso amor não foi em vão
Você partiu meu coração

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Amanhecer

Ando por entre anjos e demônios, porém todos se dizem santos.
Mas não é difícil saber quem é quem, porém, não ouso me classificar.

Olho nos olhos das trevas e sorrio, com minha garrafa de whisky falsificado.
Saboto meus planos de dominar o mundo, tudo por mais um beijo venenoso.

Na procura de uma percepção mais real das coisas eu me perco.
Às vezes só. Às vezes do seu lado.

A realidade não é nada além de um ácido duvidoso.
Por isso procuro me entorpecer, pois quem sabe assim eu veja a verdade.

Afasto a todos afim de me encontrar.
Mas a cada dia me perco mais.

Eu sinto minhas energias se esgotando.
Talvez eu volte para as trevas.

Mas a escuridão é tão fraca, sem sentido.
No entanto ela também é luz.

Na morte talvez encontre a vida.
Na vida talvez eu só encontre a morte.
Afinal a luta é apenas momentânea.
Não há nada mais a perder.

Ninguém quer explicação de nada.
Ninguém quer se comprometer.

Mas das cinzas eis que surge a divindade.
E a luz volta a um novo amanhecer...

domingo, 16 de janeiro de 2011

Nas asas ao vento voando


Eu que pensei que não era possível voar.
E mesmo assim eu tentei e quase consegui.

Na tentativa eu caí e quebrei o meu pé.
Mesmo quebrado eu venci e falei com Javé.

To preocupado não tenho sapato pra festa no céu.
Meus pensamentos insanos e o mundo cruel.

Nessa cidade gigante como um gavião.
Mesmo cercado de gente tenho solidão.

Eu não tenho mais porque cantar.
Sobre um mundo impossível.

Um pensamento um instante de imaginação.
Te falo porque que eu vivo.

Pra conquistar seu coração.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Rss



O grande problema nunca foi de ideologias, de caráter, de coragem.


Começou com apenas um louco e se espalhou.


Como uma epidemia.


Mas o verdadeiro problema é um só.


A inveja.


Só que a vida é uma só e cada um vive como quiser.