sábado, 29 de novembro de 2008

Californication


O disco do Red Hot Chili Peppers, Californication, de 1999, fez tanto sucesso quanto o mais famoso Blood Sugar Sex Magic, que tem Under the bridge e Give it away.

Quase todas as músicas do disco tocaram nas rádios do mundo todo. 

A formação da banda: Anthony Kiedis, John Frusciante, Flea e Chad Smith. 

As músicas que fizeram mais sucesso no Brasil foram: Californication, Around the World, Scar Tissue, Otherside...

Um disco com canções de pop rock e guitarras limpas, bem diferente do Red Hot do início, sujo, distorcido, funkeado. 

Tem muitas baladas, a guitarra de Frusciante é simples e harmônica, valorizando as frases e a canção. 

A primeira vez que ouvi este disco escutei ele todo de uma vez, as músicas da banda evoluiram de uma forma que é difícil repetir novamente. 

É um disco muito inspirado. E pensar que Flea diz que não sabe nada de música. Vai entrar em Berkley pra estudar jazz. Já é considerado um dos melhores baixistas de sua geração. 

Daqui a um tempo, ou quem sabe no próximo disco do Red Hot Chili Pepers, Eles não fazem outro disco desses?

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

On the Road - Pé na Estrada

Este livro de Jack Kerouac é considerado a bíblia do movimento de contracultura Beat. 

Precursores dos Hippies, tem entre seus devotos seguidores punks, a banda The Who e o Ringo Star. 

Eram fãns de Ernest Hemingway e se apropriaram do estilo de contar as noites de Paris.  

Ao lado deles pode ser comparado o mestre literário Bukowski.

É uma história de um jovem que decide cruzar os Estados Unidos de carona. Ele encontra e faz város amigos durante a viagem percorrendo o país de leste a oeste, norte e sul.

A procura de um lugar pra dormir, a falta de dinheiro, os infortúnios, toda a dificuldade que a estrada oferece é recebido pelos personagens como parte da vida e dessa forma não sentem-se mal por estar em situações particulares, difíceis de lidar, questões de sobrevivência.

Apresenta as peculiaridades de um país que mudou o mundo. A situação de imigrantes ilegais, marginais,  da mendigância, da intolerância, da sorte, do dia a dia, das pessoas.

Muita gente já leu esse livro. Bob Dylan disse certa vez que o livro On the Road fez ele largar tudo e viver para a música. 

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A janela Secreta

Um filme de baixo orçamento que ficou marcado pela atuação de Johnny Depp, pela história de Stephen King, e pela brilhante participação de John Turturro. 

Após terminar o casamento com sua esposa Amy Rainey(Maria Belo), Mort Rainey (Depp), se muda para uma casa de campo, afim de escrever um romance. 

Após a mudança, ele recebe a visita de John shooter (Turturro),  um estranho que inferniza a sua vida, alegando que roubou uma história dele. O estranho ameaça Rainey enquanto assassinatos na cidade vizinha acontecem.

A Janela Secreta é um suspense típico de Stephen King, que ja teve adaptados vários livros em filmes como O iluminado, Um sonho de liberdade, Á espera de um milagre e muitos outros. Ele é famoso por histórias de suspense e terror no mundo todo, é como se fosse nosso Paulo Coelho.

O roteiro é de David Koepp que ja havia trabalhado no suspense O quarto do Pânico.

Johnny Depp atuou em filmes como A hora do pesadelo, Platoon, Edward mãos de tezoura, Medo e delírio em Las Vegas, A lenda do cavaleiro sem cabeça, Profissão de risco, entre outros.

Depois que alguns atores e atrizes ficam mais famosos, a tendência deles é fazer megaproduções cinematográficas, com milhões de dólares investidos em cada detalhe do filme.

Johnny Depp demorou para fazer isso. Com Piratas do Caribe ele atuou pela Disney. Mas a dferença deste ator com outros é que seus personagens são sempre loucos, esquisitos, meio sinistros. 

E esse filme é muito esquisito!!! 


segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Tim Maia - Racional - Universo em Desencanto


Essa fase do Tim Maia é considerada uma das mais produtivas da carreira desse fenomenal cantor brasileiro. 

Em 1970, Tim entrou em contato com a religião (ideologia) Cultura Racional. Que misturava ufologia com dogmas religiosos. 

Em 1975, Tim Maia lançou os discos Tim Maia Raconal volume 1 e 2. Carregado de influências do Sou e do Funk americano e letras inspiradas nos livros da Cultura Racional.

O instrumental é muito bom. Tem clássicos como "O caminho do bem" e "Raconal Culture", a faixa mais rock do disco. As letras de vez em quando enjoam, pois tratam apenas da divulgação da religião Racional.

 Acharam no ano 2000 mais gravações dessa fase. Chama-se Racional 3. Tem músicas como "You Gotta Be Rational", "Escrituração Racional", "Brasil Racional", "Universo em Desencanto Disco", "O Grão Mestre Varonil", "Do Nada ao Tudo" e "Minha Felicidade Racional"

É o disco mais "careta" de Tim Maia. Anos mais tarde, após sair do culto Racional, Tim Maia afirmou que não transava, não bebia, não fumava, resoveu dseguir sem eles.

O fato é que se esse disco tivesse sido gravação na época mais louca de Tim, o som seria completamente diferente. 

No entanto, a fase careta dele é uma das mais inspiradas.




terça-feira, 18 de novembro de 2008

Live After Dead


Esse disco é um clássico.  É como o Made In Japan do Deep Purple.
Mas quem toca é o Iron Maiden, uma banda que todo metaleiro curte, sem excessão.

Aces High, 2 minutes to midnigth, The trooper, Fligth of Icarus, The number of the beast, Hallowed be thy name. Só musicão do início ao fim. 

Foram gravadas no Long Beach Arena na Califórnia e no Hammersmith Odeon em Londres.

Live After Dead foi gravado em 1985 na World Slavery Tour.

Na capa do disco tem uma citação a Howard Phillips Lovecraft.


sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Bird

Esse filme conta a história de vida de Charlie Parker, Bird. A produção e direção é de Clint Eastwood e o filme ganhou o Oscar de melhor som de 1988.

Muito bem feito, a música tem um papel fundamental na trama, o ator que faz Brid, Forest Whitaker merecia ganhar de melhor ator, pois fez m trabalho muito bem feito como o músico, não só contracenando, mas nas cenas em que tivera que tocar o saxofone.
A gravação original foi usada como base para uma orquestra que a reproduziu fielmente.

O ambiente dos clubes, a atuação de Diane Venora como esposa do Bird, acrescentam ainda mais ao filme. É a história de um dos maiores músicos do jazz de todos os tempos. Ele é o Jimi Hendrix do jazz.
Algumas curiosidades sobre a época são bem retratadas como o surgimento do rock. Não foi com a guitarra, antes era o sax que era o solista.
Charlie Parker se viu diante da fama e depois com o passar do tempo viu outros estilos sobressaírem-se popularmente ao som que fazia.

Mal sabia que sua música ficaria para sempre na história.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Eric Clapton Unplugged

Eric Clapton começou sua carreira tocando em diversas bandas. Se destacou no Yardbirds, gravando e aparecendo em programas de TV da época.  Tocou blues na John Mayall & the Bluesbreakers.

Depois formou o Cream com Jack Bruce e Ginger Baker. Nessa época, seu som era bem psicodélico, um rock e blues com pitadas de ácido.

Eric Clapton tocou com Beatles, Rolling Stones, Jimi Hendrix, BB King, entre outros.

O disco acústico que gravou ficou ofuscado pela música Tears in Heaven. Tocava no rádio o tempo inteiro. Clapton ganhou até Grammy.

O vídeo é da música San Francisco Bay Blues. Vale a pena ver o vídeo inteiro. 


domingo, 2 de novembro de 2008

Anti-Herói Americano















Esse filme é uma adaptação da biografia de Harvey Pekar. Paul Giamatti faz o papel do cartunista Pekar, um pessimista que começa a escrever quadrinhos.

Ele ficou famoso publicando suas revistas junto com um amigo desenhista.

A grande diferença dele em relação a outros cartunistas era que suas histórias eram autobiográficas.

Com muto sarcasmo, Harvey faz piada de si próprio, de seus amigos e da sociedade.

O dia as dia de filas no supermercado, os problemas cotidianos, as confusões em que estava sempre envolvido foram retratados com muito humor.

O verdadeiro Harvey Pekar participa do filme contando sua história

Onde comprar: http://www.submarino.com.br/produto/6/266151/?franq=147678