quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Obrigado
Obrigado a todos por lerem o blog, nas últimas semanas passou de 12 para 30 visualizações diárias.
Abraços!!!
domingo, 15 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Blues
No entanto, não me arrependo de nada, de nenhum amor, e de nenhuma desilusão.
Me arrependo apenas de ter magoado, no caminho, pessoas que amei e que amo.
É impossível agradar a Gregos e Troianos.
Agradarei a mim mesmo.
Se a vida sorrir, ótimo.
Se chorar, pelo menos tentei...
E esse é o último post desse blog.
Viva a vida!!!
sábado, 7 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Verdade?!

- É, chega... tenho que falar para minha família e meus amigos.
- Nããããoooo! Por favor não conte a ninguéééém!
- Por quê? Não devo nada a ninguém. Além disso é melhor assim, honestidade e coragem. Além do mais preciso corrigir meus erros.
- Não esquenta, não conta não. Por favor!
- Tá bom, mas não mudei em nada meus pensamentos.
- Eu sei, normal, mas não cooontaaaa!
- Tudo bem.
Dias depois, facada nas costas.
Medo? De minhoquinha que se acha cobra?
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Sell the kids for food
Weather changes moods
Spring is here again
Reproductive glands
He's the one who likes
All the pretty songs and he
Likes to sing along and he
Likes to shoot his gun but he
Don't know what it means
Don't know what it means
When I say
He's the one who likes
All the pretty songs and he
Likes to sing along and he
Likes to shoot his gun but he
Don't know what it means
Don't know what it means
When I say
Yeah
We can have some more
Nature is a whore
Bruises on the fruit
Tender age in bloom
He's the one who likes
All the pretty songs and he
Likes to sing along and he
Likes to shoot his gun but he
Don't know what it means
Don't know what it means
When I say
yes
He's the one who likes
All the pretty songs and he
Likes to sing along and he
Likes to shoot his gun but he
Don't know what it means
Don't know what it means
When I say
Yeah
He's the one who likes
All the pretty songs and he
Likes to sing along and he
Likes to shoot his gun but he
Don't know what it means
Don't know what it means
When I say Yeah
He's the one who likes
All the pretty songs and he
Likes to sing along and he
Likes to shoot his gun but he
Don't know what it means
Don't know what it means
Don't know what it means
Don't know what it means
And I say
Yeah
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Para ela
Ele passava por uma rua estreita.
Ao seu lado direito um ribeirão.
Mas com um muro de proteção separando-o da rua.
Já pulara ali. Lembrava de tudo.
Naquela noite porém, aquela rua tinha uma luz, ou melhor menos luz que o normal.
Ele estava em trevas. Não sabia como lidar com a situação.
Agora era hora de beber até cair.
Mas não conseguia.
Ela não estava mais ali.
Tinha ido embora.
Queria ter uma cabeça limpa para pensar nela.
Sentou em um banco que ficava no meio da praça, de frente pra igreja.
Aquela imagem na cabeça. Ela.
Como ele a queria de volta.
Por um minuto apenas.
Ou talvez um segundo bastasse.
Pra saber que ela ainda existe...
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
De volta
sábado, 13 de agosto de 2011
Será?!
Nessa estrada interminável, nesse céu cinzento e escuro, com as gotas do orvalho da madrugada passada nas janelas do ônibus, olho para um casebre lá no fundo da paisagem de montanhas verdes e árvores escassas. Pequeno e modesto, uma casa para poucas pessoas, mas haviam muitas. Devia ter uma festa ali. Um churrasco ou uma reunião.
No raiar do sol?
Passando pela estrada havia um grupo de pessoas carregando um caixão. Levavam para o casebre. Era um enterro. E eles estavam comemorando ao invés de lamentando. Abri a janela e perguntei pra um senhor que acompanhava o grupo, mas devido a idade ia mais devagar, atrás dos outros:
- Porque festejam?
Ele me explicou que eram todos vizinhos e que há anos as famílas da região cultivavam essa tradição. Me parece que os índios que habitavam aquelas terras nos séculos passados se reuniam em volta da tribo para festejar a partida para um lugar melhor.
De repente, um louco em uma Harley Davidson passa pela estrada correndo e fecha o ônibus que teve que frear. Era um sujeito alto, forte e com uma AK-47 na mão. Ele sai da moto e atira em todo o mundo que estava carregando o caixão e grita:
- Vocês não tem que comemorar a partida de uma pessoa para um lugar melhor, tem é que transformar esse lugar de agora num lugar melhor.
Após matar todos que estavam na beira da estrada, ele olhou para mim e tirou um 38 e se matou com um tiro na cabeça.
Verdade...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Um pensamento

Uma vez pensaram que pensar sobre o pensamento era um ato um tanto difícil.
Pensadores pensaram que o pensamento seria simplificado junto à língua, mas mostraram a língua para os pensadores os surdos e o s mudos insatisfeitos feito grevistas incontidos na porta de suas indústrias.
Até que um pensador viu na televisão, num programa do Adnet, a seguinte frase:
Ó ú auê aí ó!
Uma sentença sofisticada como essa demonstra o grau do pensamento dos pensadores de tal lugar. Eu não me lembro agora qual lugar, pq antes eu tinha que me lembrar. Hoje eu acho tudo no google. Aliás pq diabos eu me lembro de um nome tão chique como esse Google e não me lembro do nome da cidade que fica aquela catarata bacana no Brazil.
Quer dizer Brasil.
Yeah!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
Solidão
tá bom
eu agradeço
seu carinho
e atenção
sua enorme vontade
e minha insatisfação
mas não posso por hora
entregarte assim
qualquer pedaço que desejas
pois no inverno da discórdia
e no centro da humilhação
pagareis eis por teu fortúito
rápido como um trovão
a felicidade do encontro
o doce sabor da ilusão
desperta a tua falta de desejo
que impreguina a tua solidão
bjão
domingo, 12 de junho de 2011
Chapeleiro Maluco – Psicodelia!

A inspiração para o nome da banda veio dos livros de Lewis Carol, Alice no país das Maravilhas. Retratado no cinema, em filme e desenho animado, livros dos mais diversos, revistas em quadrinhos, e até um vilão do batman. O chapeleiro maluco foi baseado nos chapeleiros do século XVIII, época onde eles utilizavam produtos a base de chumbo para confeccionar seus chapéus. O chumbo atuava em seus organismos, deixando os chapeleiros literalmente malucos.
Antes do sucesso do filme de Tim Burton, antes do desenho da Disney, do chepeleiro louco do batman, do livro da Alice, o primeiro chapeleiro, aquele que ficou maluco pela primeira vez, nós o saudamos!!!
Desde o início, com músicas tocadas apenas pelo violão, até uma banda de nove pessoas, a banda Chapeleiro Maluco passou por diversas transformações. Primeiro foi um power trio, as músicas tocadas na guitarra de Paulo Almeida, no baixo de Fábio Santos, e na bateria de Tiago Gomes. Fizeram vários shows com essa formação no Pau e Pedra, no Matriz, e entraram para o festival de música independente, BH Indie.
Depois da saida de integrante, entraram na banda outro baterista, Dedé, um percussionista, Luís, um tecladista (Maurício), e uma vocalista, Lilly. Juntos com o guitarrista Paulo e o baixista Fábio. Essa formação fez shows no Sociedade Anônima Pub, No Quintal bar Cultural, no Lobo Mau Pub do Rock e novamente no Matriz, pelo BH Indie. Fazem o Mad Hetter Pop Festival.
“A tendência é sempre agregar mais músicos à banda, infelizmente, ou felizmente, dependendo do caso, pessoas vem e vão, mas o importante é que cada um contribua com a banda. Quando trocamos de músicos, ou acrescentamos um instrumento à banda, o som ganha com outras influências e as contribuições pessoais se agregam em um conjunto formando uma entidade, o Chapeleiro Maluco ”, diz o guitarrista, Paulo.
Trocam novamente de baterista, dessa vez, Marcus quebra as baquetas junto com Abhner na gaita e Maria na guitarra base. Fazem um show no Butecando, participando mais ativamente do BH Indie.
Túlio entra na bateria e quebram tudo na UFMG, no DA de Letras, um dos melhores shows até hoje. No início do ano tocam no Lobo Mau Pub do Rock. Gravam o cd demo “Baladas Psicodélicas” e fazem diversas montagens de vídeos com as músicas, que etão hoje em dia espalhadas pela internet, com milhares de acessos.
A formação atual da banda Chapeleiro Maluco, conta hoje com a contribuição musical de: Paulo Almeida (Guitarra e voz), Lilly Oliveira (voz), Davi (voz), Pedro (guitarra), Maurício (teclado), Abhner (gaita), Fábio Santos (baixo), Tiago (bateria). Fizeram um show sábado passado no Centro Cultural Nem Secos, apresentando quatro músicas novas. Dia 18/06, às 14 horas, sábado, farão uma participação no Festival Lisergia, no Bar da Tia Dú.
Antes do sucesso do filme de Tim Burton, antes do desenho da Disney, do chepeleiro louco do batman, do livro da Alice, o primeiro chapeleiro, aquele que ficou maluco pela primeira vez, nós o saudamos!!!
Desde o início, com músicas tocadas apenas pelo violão, até uma banda de nove pessoas, a banda Chapeleiro Maluco passou por diversas transformações. Primeiro foi um power trio, as músicas tocadas na guitarra de Paulo Almeida, no baixo de Fábio Santos, e na bateria de Tiago Gomes. Fizeram vários shows com essa formação no Pau e Pedra, no Matriz, e entraram para o festival de música independente, BH Indie.
Depois da saida de integrante, entraram na banda outro baterista, Dedé, um percussionista, Luís, um tecladista (Maurício), e uma vocalista, Lilly. Juntos com o guitarrista Paulo e o baixista Fábio. Essa formação fez shows no Sociedade Anônima Pub, No Quintal bar Cultural, no Lobo Mau Pub do Rock e novamente no Matriz, pelo BH Indie. Fazem o Mad Hetter Pop Festival.
“A tendência é sempre agregar mais músicos à banda, infelizmente, ou felizmente, dependendo do caso, pessoas vem e vão, mas o importante é que cada um contribua com a banda. Quando trocamos de músicos, ou acrescentamos um instrumento à banda, o som ganha com outras influências e as contribuições pessoais se agregam em um conjunto formando uma entidade, o Chapeleiro Maluco ”, diz o guitarrista, Paulo.
Trocam novamente de baterista, dessa vez, Marcus quebra as baquetas junto com Abhner na gaita e Maria na guitarra base. Fazem um show no Butecando, participando mais ativamente do BH Indie.
Túlio entra na bateria e quebram tudo na UFMG, no DA de Letras, um dos melhores shows até hoje. No início do ano tocam no Lobo Mau Pub do Rock. Gravam o cd demo “Baladas Psicodélicas” e fazem diversas montagens de vídeos com as músicas, que etão hoje em dia espalhadas pela internet, com milhares de acessos.
A formação atual da banda Chapeleiro Maluco, conta hoje com a contribuição musical de: Paulo Almeida (Guitarra e voz), Lilly Oliveira (voz), Davi (voz), Pedro (guitarra), Maurício (teclado), Abhner (gaita), Fábio Santos (baixo), Tiago (bateria). Fizeram um show sábado passado no Centro Cultural Nem Secos, apresentando quatro músicas novas. Dia 18/06, às 14 horas, sábado, farão uma participação no Festival Lisergia, no Bar da Tia Dú.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Quanto tempo

Quanto tempo
Letra de: Paulo Almeida
Eu não sei mais
Quanto tempo
Posso suportar
Viver sem você
Meu amor
Minha dor
Uma paixão
Um adeus
Eu não quero mais
Lembrar de você
Penso em tudo
Que vivemos
Meu amor
Minha dor
Uma paixão
Um adeus
Eu não queria te perder
Eu só queria te dizer
Que nosso amor não foi em vão
Você partiu meu coração
Quanto tempo
Posso suportar
Viver sem você
Meu amor
Minha dor
Uma paixão
Um adeus
Eu não quero mais
Lembrar de você
Penso em tudo
Que vivemos
Meu amor
Minha dor
Uma paixão
Um adeus
Eu não queria te perder
Eu só queria te dizer
Que nosso amor não foi em vão
Você partiu meu coração
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Amanhecer
Ando por entre anjos e demônios, porém todos se dizem santos.
Mas não é difícil saber quem é quem, porém, não ouso me classificar.
Olho nos olhos das trevas e sorrio, com minha garrafa de whisky falsificado.
Saboto meus planos de dominar o mundo, tudo por mais um beijo venenoso.
Na procura de uma percepção mais real das coisas eu me perco.
Às vezes só. Às vezes do seu lado.
A realidade não é nada além de um ácido duvidoso.
Por isso procuro me entorpecer, pois quem sabe assim eu veja a verdade.
Afasto a todos afim de me encontrar.
Mas a cada dia me perco mais.
Eu sinto minhas energias se esgotando.
Talvez eu volte para as trevas.
Mas a escuridão é tão fraca, sem sentido.
No entanto ela também é luz.
Na morte talvez encontre a vida.
Na vida talvez eu só encontre a morte.
Afinal a luta é apenas momentânea.
Não há nada mais a perder.
Ninguém quer explicação de nada.
Ninguém quer se comprometer.
Mas das cinzas eis que surge a divindade.
E a luz volta a um novo amanhecer...
domingo, 16 de janeiro de 2011
Nas asas ao vento voando

Eu que pensei que não era possível voar.
E mesmo assim eu tentei e quase consegui.
Na tentativa eu caí e quebrei o meu pé.
Mesmo quebrado eu venci e falei com Javé.
To preocupado não tenho sapato pra festa no céu.
Meus pensamentos insanos e o mundo cruel.
Nessa cidade gigante como um gavião.
Mesmo cercado de gente tenho solidão.
Eu não tenho mais porque cantar.
Sobre um mundo impossível.
Um pensamento um instante de imaginação.
Te falo porque que eu vivo.
Pra conquistar seu coração.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Rss
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Minorias

Durante o período de inscrições em uma faculdade de Tangamandápio, famosa por privilegiar as minorias, o responsável pelas inscrições atende uma fila enorme dos mais variados tipos. Já cansado, e estressado atende um jovem de vinte e poucos anos.
- Olá, boa tarde, vim me inscrever para o vestibular de medicina.
- Pois não, senhor, preencha o formulário e pague a inscrição.
O jovem pega a folha olha para a parte de cotas oferecidas pela faculdade e fala:
- Sou gay, quero fazer prova especial, entrar na cota de minorias.
- Gay? Você está louco, você não tem trejeitos femininos.
- Sou sim, olha minha mão. - diz desmunhecando.
- Não é não, você veio abraçado e aos beijos com aquela garota que está no banco te esperando.
- Hora, procure ver melhor, ela é um homem! Tem até gogó.
O moço nervoso e revoltado virou para o jovem e disse:
- Escuta aqui, aquela menina é mais feminina que minha mãe, não vem com essa, além do mais a cota é apenas para negros!
- Pois então, sou negro.
O trabalhador desorientado, pois ele sim era negro, levantou-se da cadeira e bufando gritou para o jovem:
- Negro? Você é mais branco que a parede, tem olhos azuis, você é branco!
- Não, sou negro, olha a cor do meu cabelo, é preto.
O moço segura o jovem pela camisa e fala:
- A cota é para pessoas de pele negra.
O jovem sorri, pede desculpas e diz:
- Tudo bem, sou pobre, não quero pagar a inscrição.
- Pobre? E esse Rolex aí, essa camisa da polo, esse tênis da Nike? Você é um playboy!
- Não meu senhor, é tudo falsificado, comprei o relógio, o tênis e a camisa no shopping popular.
Então chega a garota cansada de esperar, vira pro namorado e pede a chave do carro (uma mercedes).
O jovem ri de novo e fala para o moço chamar o gerente que quer falar com ele.
- Pra que quer falar com ele?
- Calma, quero só saber de assuntos do vestibular, tome o dinheiro, vou fazer a inscrição.
- Olá, gostaria de uma cópia da prova do vestibular.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Hurt
HurtComposição: Trent Reznor
I hurt myself today
To see if I still feel
I focus on the pain
The only thing that's real
The needle tears a hole
The old familiar sting
Try to kill it all away
But I remember everything
(Chorus)
What have I become?
My sweetest friend
Everyone I know goes away
In the end
And you could have it all
My empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt..
I wear this crown of thorns
Upon my liar's chair
Full of broken thoughts
I cannot repair
Beneath the stains of time
The feelings disappear
You are someone else
I am still right here
(Chorus)
What have I become?
My sweetest friend
Everyone I know goes away
In the end
And you could have it all
My empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt
If I could start again
A million miles away
I would keep myself
I would find a way
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Ódio e escravidão
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